Quanto custa um programa de fidelidade digital (e o que está incluso)
Um programa de fidelidade digital pode custar R$0, R$47 por mês ou R$297 de implementação mais R$97 por mês. A diferença não está só no sistema: está em quem configura, quem treina o balcão e o que acontece quando o atendente esquece de usar o QR code.
Entender o que está incluso em cada faixa de preço é o que separa uma escolha que funciona de uma que acaba esquecida em três meses.
O que existe no mercado hoje
O mercado de fidelidade digital se divide em dois grupos com lógicas bem diferentes:
Autoatendimento: você contrata o acesso ao sistema e monta tudo do zero. São a maioria das opções, incluindo as gratuitas. O custo mensal é baixo. O trabalho de configurar e treinar o balcão é seu.
Implementação inclusa: a empresa configura o programa, deixa o QR code pronto para usar e treina o time. O custo de entrada é maior. O trabalho inicial não é seu.
Principais opções disponíveis hoje:
| Plataforma | Preço | Modelo |
|---|---|---|
| QPontos | Grátis até 10 cartões, pagos acima | Autoatendimento |
| Clientela | R$47/mês | Autoatendimento |
| Fidelizza | A partir de R$49,90/mês | Autoatendimento |
| Fidelizei | R$299,90 pagamento único | Autoatendimento |
| Fidelimax | A partir de R$179/mês | Autoatendimento + mentoria |
| Bonicard | R$297 de implementação + R$97/mês | Implementação inclusa |
Por que o "mais barato" nem sempre é o mais barato
A conta do autoatendimento parece simples: paga a mensalidade e usa o sistema. O problema é tudo que acontece antes de estar usando de verdade.
Configurar um programa de fidelidade do zero exige tempo que o dono de restaurante, salão ou barbearia costuma não ter na semana. Além de configurar, é preciso treinar o balcão para usar o QR code com consistência, especialmente no pico do movimento, quando o atendente tem dez coisas na cabeça e o cliente está esperando. Se o time não usar o programa todo dia, o cliente deixa de registrar visitas e o programa para de funcionar, sem que ninguém perceba de imediato.
Esse custo não aparece no valor do plano.
O programa que ninguém usa custa mais do que o plano que funciona
Quando o programa morre por falta de adoção, a conta total inclui o tempo gasto configurando e cadastrando os primeiros clientes, as mensalidades pagas enquanto o uso foi caindo e a confiança do cliente que tentou usar e achou o controle inconsistente.
O preço do plano é a menor parte da conta. O custo real é a adoção: se o balcão usa bem no primeiro mês, o programa vive. Se o treinamento foi superficial, ele morre devagar enquanto a mensalidade continua saindo.
O que "implementação inclusa" significa na prática
No modelo DIY, você recebe acesso ao sistema e um tutorial. A partir daí, a configuração, o teste e o treinamento do time são por sua conta.
No modelo com implementação inclusa, a empresa configura o programa com as regras do seu negócio (quantas visitas para ganhar o prêmio, qual é o prêmio, se tem mais de um programa rodando), deixa o QR code impresso e pronto no balcão e treina o time antes de o primeiro cliente usar.
A diferença no resultado: no DIY, o sistema existe. No implementado, o sistema funciona desde o primeiro dia.
Quanto custa a Bonicard e o que está incluso
A Bonicard tem dois planos, com preço fixo, sem variação por cidade.
Plano Essencial: R$297 de implementação + R$97/mês
- 1 programa de fidelidade
- Até 500 clientes ativos
- 1 promoção ativa
- QR code configurado e impresso para o balcão
- Treinamento do time incluso
- Suporte via WhatsApp
Plano Pro: R$497 de implementação + R$197/mês
- Até 3 programas de fidelidade (um por linha de produto, turno ou segmento)
- Clientes ilimitados
- Promoções ilimitadas
- QR code configurado e impresso para o balcão
- Treinamento do time incluso
- Suporte prioritário via WhatsApp
O cliente precisa baixar algum app?
Não. O cartão fidelidade fica salvo no celular do cliente como um link, sem instalar nada. O check-in é feito por QR code no balcão, sem precisar de equipamento novo.
A taxa de implementação é cobrada toda vez?
Não. O valor de R$297 ou R$497 é cobrado uma vez, no começo. A mensalidade começa a partir do mês seguinte.
Tem contrato mínimo?
Não. A cobrança é mensal. Quem decide continuar ou sair é o dono do negócio.
Como decidir entre os modelos
Se você tem tempo para configurar o sistema, disposição para treinar o balcão e quer experimentar com custo baixo: as opções de autoatendimento cumprem o papel. Algumas têm plano gratuito com limite de clientes, que serve para testar antes de comprometer com mensalidade.
Se você prefere que o programa entre em funcionamento no primeiro dia, sem precisar virar o suporte técnico do próprio balcão: o modelo com implementação inclusa evita o ciclo de configurar, esquecer de treinar e ver o sistema parar de ser usado depois de um tempo.
A Bonicard atende cafeterias, restaurantes, salões, barbearias, lojas e academias com clientes que voltam com frequência. Se você já usou o papel e quer um controle real de quem voltou e quem parou de aparecer, sem montar isso do zero, veja os planos ou fale com a gente no WhatsApp.
Se ainda está decidindo entre o cartão de papel e o digital, esse artigo detalha o que muda no balcão.
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